Nutrição em gastroenterologia
Cuidar da digestão é cuidar de você.
Sem restrições desnecessárias. Com ciência, escuta e estratégias que cabem na sua vida real.
Acompanhamento para estufamento, gases, refluxo, azia, dor abdominal e alterações no intestino, com foco no seu bem-estar e na sua relação com a comida.
- Saúde digestiva
e intestinal - Alívio de refluxo,
gases e estufamento - Doenças inflamatórias
intestinais - Uma relação mais leve
com a comida
- Acolhimento
- Ciência
- Individualidade
- Saúde intestinal
- Leveza
- Estratégia na vida real
Como funciona meu atendimento
Seu intestino não precisa ditar o que você come.
Estufamento, gases, refluxo, azia, dor abdominal ou alterações no intestino podem transformar a alimentação em uma preocupação diária. Com uma nutrição baseada em ciência e individualidade, construímos estratégias para melhorar seus sintomas e cuidar da sua saúde digestiva, sem restrições desnecessárias.
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Acolhimento
Um espaço para você ser ouvido, compreender seus sintomas e falar sobre sua relação com a alimentação sem julgamentos.
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Conhecimento
Uma abordagem baseada em ciência e conhecimento para entender o que pode estar por trás dos seus sintomas.
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Individualidade
Seu plano não é uma dieta pronta. São avaliados seus sintomas, rotina, preferências, exames, histórico e objetivos.
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Estratégia
Orientações práticas e possíveis de aplicar na vida real, para melhorar sua alimentação e cuidar da saúde digestiva.
também é saúde.
Ferramentas
Entenda seus números e cuide melhor da sua saúde.
Calculadoras práticas e educativas, com métodos reconhecidos e explicação de cada resultado. Use quantas vezes quiser, sem cadastro.
Seu resultado
aparece aqui
Preencha os dados e calcule. Você pode alterar os valores e recalcular quantas vezes quiser.
IMC = peso (kg) ÷ altura (m)². O valor aparece com uma casa decimal, sem arredondar para cima, para manter coerência com as faixas das tabelas.
De 20 a 59 anos, usa a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2000). A partir de 60 anos, usa os pontos de corte do SISVAN, do Ministério da Saúde, baseados em Lipschitz (1994).
| Baixo peso | abaixo de 18,5 |
|---|---|
| Eutrofia | 18,5 a 24,9 |
| Sobrepeso | 25,0 a 29,9 |
| Obesidade grau I | 30,0 a 34,9 |
| Obesidade grau II | 35,0 a 39,9 |
| Obesidade grau III | 40,0 ou mais |
A partir de 60 anos (SISVAN): baixo peso até 22,0; peso adequado acima de 22,0 e abaixo de 27,0; sobrepeso a partir de 27,0.
- Não diferencia massa muscular de gordura.
- Não indica como a gordura está distribuída no corpo.
- Tem leitura diferente em atletas, gestantes e pessoas com algumas condições de saúde.
- É um indicador de triagem, não um diagnóstico.
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Equação de Mifflin-St Jeor (1990), a que mais se aproxima da medição real em adultos com e sem excesso de peso, segundo a revisão da Academia de Nutrição e Dietética dos EUA (Frankenfield, 2005).
Feminino: 10 × peso (kg) + 6,25 × altura (cm) − 5 × idade − 161.
Masculino: 10 × peso (kg) + 6,25 × altura (cm) − 5 × idade + 5.
A TMB costuma representar entre 60% e 70% de tudo o que você gasta no dia. O restante vem da digestão dos alimentos, dos movimentos do dia a dia e dos treinos.
Ela não é uma meta de consumo. Para estimar o gasto total do dia, use a aba Gasto calórico.
- Fica a até 10% do valor medido para a maioria das pessoas, mas pode errar mais em alguns casos.
- Não considera a composição corporal: mais massa muscular tende a elevar a TMB.
- Não se aplica a gestantes, lactantes, atletas de alto rendimento e pessoas com condições que alteram o metabolismo.
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Equações de necessidade energética estimada (EER) para adultos, publicadas pelas Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina dos EUA (NASEM, 2023) a partir de medições com água duplamente marcada.
Cada nível de atividade tem uma equação própria. A faixa mostrada corresponde ao erro-padrão da equação: 241 kcal no cálculo feminino e 342 kcal no masculino.
É uma estimativa populacional para manter o peso, não uma meta nem um plano alimentar. A necessidade real muda com composição corporal, saúde, sono, fase da vida e objetivos.
Você pode levar esse valor para a aba Macronutrientes e ver uma forma de distribuí-lo.
- Não se aplica a gestantes, lactantes e pessoas com condições que alteram o gasto de energia.
- Pessoas com os mesmos dados podem gastar valores bem diferentes.
- Para menores de 19 anos, a estimativa usa outras equações e deve ser feita com acompanhamento.
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Pelo peso, com valores por quilo que diminuem com a idade: 35 ml/kg de 18 a 55 anos, 30 ml/kg de 56 a 65 e 25 ml/kg acima de 65 (método descrito pela ASPEN).
Gestação soma 300 ml e amamentação 700 ml por dia (EFSA, 2010). Cerca de 20% da água vem dos alimentos (NASEM, 2005). Treinos somam de 0,4 a 0,8 L por hora (ACSM, 2007): metade inferior em clima ameno, superior no calor.
- Febre, vômitos ou diarreia.
- Consumo alto de fibras ou proteínas.
- Viagens de avião e ambientes muito secos.
No dia a dia, sentir sede e notar a urina mais escura são sinais para beber mais água.
Algumas condições, como doenças renais e cardíacas, podem exigir controle de líquidos. Nesses casos, siga a orientação da sua equipe de saúde.
Em pesos mais altos, o cálculo por quilo tende a superestimar a necessidade. Na avaliação individual, esse valor é ajustado.
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A proteína é calculada por quilo de peso: 1,8 g/kg para emagrecimento e ganho de massa e 1,4 g/kg para manutenção, dentro da faixa de 1,2 a 2,0 g/kg recomendada para pessoas fisicamente ativas (ACSM, 2016; ISSN, 2017).
As gorduras ficam com 25% das calorias (30% na manutenção), dentro da faixa de 20% a 35% (IOM, 2005). Os carboidratos completam o restante.
A necessidade de proteína acompanha o tamanho do corpo e a rotina de treinos, não o total de calorias. Em déficit calórico, uma ingestão maior ajuda a preservar a massa muscular.
Para adultos sedentários, a recomendação mínima é de 0,8 g/kg por dia.
- É um ponto de partida educativo, não uma prescrição.
- Não se aplica a gestantes, lactantes e pessoas com doença renal, diabetes ou outras condições que exigem ajuste individual.
- A qualidade dos alimentos e a distribuição ao longo do dia importam tanto quanto os números.
Ferramentas educativas. Os resultados são estimativas e podem não se aplicar da mesma forma a todas as pessoas.
Não substituem avaliação e acompanhamento profissional.
Ciência na prática
Planos baseados em evidências, adaptados à sua realidade.
Sobre mim
Prazer, sou Alessandra Macedo.
NutricionistaNutrição em gastroenterologia
Sou nutricionista, pós-graduada em Nutrição Clínica e Hospitalar e em Gastroenterologia aplicada à Nutrição Clínica. Minha atuação é voltada ao cuidado da saúde digestiva, unindo conhecimento científico e um olhar individualizado para compreender sintomas, rotina, hábitos e a relação com a alimentação.
Acredito que cuidar da saúde digestiva vai além de retirar alimentos da rotina: é entender o que seu corpo precisa e construir, juntos, estratégias possíveis, sustentáveis e que façam sentido para a sua vida. Sou membro do Conselho Científico da DII Brasil e atendo online e presencialmente em Recife.
Atendimento individualizado
Um plano feito para a sua realidade, sem soluções prontas.
Sem restrições desnecessárias
Retirar alimentos só quando faz sentido para você.
Saúde digestiva
Estratégias para aliviar sintomas e cuidar do intestino.
Acompanhamento contínuo
Suporte de verdade, com ajustes durante toda a sua jornada.
- 100+Pacientes acompanhados
- Alívio de verdadeMenos sintomas, mais qualidade de vida
- Formação sólidaPós-graduada em gastroenterologia aplicada à nutrição
- Ciência atualizadaMembro do Conselho Científico da DII Brasil